Synopsis
“São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo - FAPESP, 1997 O tema deste livro é o grande paradoxo da cultura neste fim de milênio: por um lado, a importância e o peso cada vez maior da cultura organizada nos grandes sistemas de educação formal, da ciência, da tecnologia e das profissões, que são o passaporte para o futuro; Por outro, o qüestionamento da racionalidade, a crise dos paradigmas científicos, a valorização daquilo que é único e irrepetível, a busca do que poderia ser o novo tempo do pós-moderno. São agendas irreconciliáveis? Como entender e a contribuir para a agenda do futuro, sem perder de vista, e na verdade incorporar, a contribuição que o tema da cultura traz para o entendimento da experiência da modernidade? Escritos em momentos diferentes, os textos devem ser vistos como aproximações sucessivas a esta questão. Primeiro, através das ciências sociais, e sua suposta crise; depois, pela discussão sobre a natureza do conhecimento científico, e suas novas características nesta era de globalização; e finalmente, por uma arqueologia dos ideais de modernidade entre as elites educadas brasileiras, que culmina em um questionamento da tentativa de fazer substituir a agenda da modernidade, cujas dificuldades todos conhecem, pelo cadáver ressurrecto do culturalismo autoritário. SUMARIO Apresentação Parte I - AS CIÊNCIAS SOCIAIS E A CULTURA 1. A Transição Mineira - 13 2. Os Paradigmas e o Espaço das Ciências Sociais - 17 3. O Lugar das Ciências Sociais - 29 4. A Redescoberta da Cultura - 45 Parte II - FRAGMENTOS DE SOCIOLOGIA DO CONHECIMENTO 5. O Sentido da Interdisciplinaridade - 59 6. Os Dinossauros de Roraima - 69 7. Os Paradoxos da Ciência e da Tecnologia - 79 Parte III - MODERNIDADE EPÓS·MODERNIDADE 8. A Força do Novo - 95 9. Novas Profissões, Novas Universidades - 127 10.O Espelho de Morse - 149 11.Educação e Modernidade - 169”
A Redescoberta da Cultura

São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo - FAPESP, 1997 O tema deste livro é o grande paradoxo da cultura neste fim de milênio: por um lado, a importância e o peso cada vez maior da cultura organizada nos grandes sistemas de educação formal, da ciência, da tecnologia e das profissões, que são o passaporte para o futuro; Por outro, o qüestionamento da racionalidade, a crise dos paradigmas científicos, a valorização daquilo que é único e irrepetível, a busca do que poderia ser o novo tempo do pós-moderno. São agendas irreconciliáveis? Como entender e a contribuir para a agenda do futuro, sem perder de vista, e na verdade incorporar, a contribuição que o tema da cultura traz para o entendimento da experiência da modernidade? Escritos em momentos diferentes, os textos devem ser vistos como aproximações sucessivas a esta questão. Primeiro, através das ciências sociais, e sua suposta crise; depois, pela discussão sobre a natureza do conhecimento científico, e suas novas características nesta era de globalização; e finalmente, por uma arqueologia dos ideais de modernidade entre as elites educadas brasileiras, que culmina em um questionamento da tentativa de fazer substituir a agenda da modernidade, cujas dificuldades todos conhecem, pelo cadáver ressurrecto do culturalismo autoritário. SUMARIO Apresentação Parte I - AS CIÊNCIAS SOCIAIS E A CULTURA 1. A Transição Mineira - 13 2. Os Paradigmas e o Espaço das Ciências Sociais - 17 3. O Lugar das Ciências Sociais - 29 4. A Redescoberta da Cultura - 45 Parte II - FRAGMENTOS DE SOCIOLOGIA DO CONHECIMENTO 5. O Sentido da Interdisciplinaridade - 59 6. Os Dinossauros de Roraima - 69 7. Os Paradoxos da Ciência e da Tecnologia - 79 Parte III - MODERNIDADE EPÓS·MODERNIDADE 8. A Força do Novo - 95 9. Novas Profissões, Novas Universidades - 127 10.O Espelho de Morse - 149 11.Educação e Modernidade - 169
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